Por Ana Carla
Em recente viagem ao Rio de janeiro, pude visitar alguns locais que são a plena representação da cultura artística. Belas paisagens arquitetônicas, prédios históricos e muita história para contar. Para ler e ouvir também.
Há lugares, como o Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro, que não cobra taxa de entrada e conta com um acervo de instrumentos musicais antigos, fotos, vídeos e fitas de áudio. Ele tem dois endereços (Rua Visc. De Maranguape, na Lapa e Praça Rui Barbosa, na Praça XV) e fica aberto ao público de Segunda à Sexta, das 11h às 17h.
A Biblioteca Nacional (situada na Cinelândia) é outra estrutura cultural e artística que vale a pena conferir. Sem contar com a Sala Cecília Meirelles – na Lapa- e o Theatro Municipal – próximo a Biblioteca Nacional, na Cinelândia – que, de 4 a 8 de Junho, foram palco de apresentações de artistas de músicas clássicas, que prestaram suas homenagens ao renomado Beethoven. As apresentações faziam parte do “Rio Folle Journée”, um evento trazido ao Brasil por René Martim em parceria com Helena Floresta e contando com o patrocínio de empresas como FURNAS, Bradesco, BNDES, ALSTOM, ODEBRECHT, SIEMENS e também do Governo Federal e do Ministério da Cultura.
Esse projeto tinha como objetivo incentivar a música clássica e torná-la acessível a todas as classes, ao passo que os ingressos variavam entre R$ 1,00 e R$ 5,00.
Tendo em vista todos esses dados, só aumenta em nós a certeza de que é possível fazer programas legais e culturais pagando nada, ou quase nada. Viva o “Chique e Baratinho”!