Muito por quase nada

Junho 13, 2008

Por Ana Costa

 

              Oh! Trem bão! É gíria de mineiro, não é? Mas, muitos alagoanos já assimilaram em seu cotidiano, afinal é um meio de transporte seguro e barato, o percurso custa R$ 0,50 centavos.

              Nos dias úteis a Companhia Brasileira de Trens Urbanos – CBTU/AL disponibiliza aos usuários oito horários, e aos sábados reduz para duas vezes o percurso que é transcorrido em 32 km.

             São três municípios atendidos por esse meio de transporte, Maceió, Satuba e Rio Largo, memorize aí mais alguns números, são15 estações até chegar a Lourenço de Albuquerque onde termina o trajeto.

             As pessoas que optam pelo trem são, em grande parte, trabalhadores que se deslocam até a capital alagoana para o exercício de suas atividades e o utilizam para minimizar despesas com os deslocamentos diários.

             Os turistas, em números reduzidos, também embarcam na estação ferroviária esperando contemplar as belas paisagens, são resquícios de Mata Atlântica e um panorama da Lagoa Mundaú com suas jangadas e marisqueiras, bem visualizados pela janela do trem, ainda, podem conferir a arquitetura das estações do século XIX, como as de Fernão Velho, Utinga e Rio largo.

            O bucolismo emanado pelos cenários da viagem favorece também a estudantes, historiadores e fotógrafos que utilizam o trajeto em suas produções, tornando assim, chique e baratíssimo um inesquecível programa.


Rompendo as barreiras do Chique e Baratinho/AL

Junho 13, 2008

Por Ana Carla

Em recente viagem ao Rio de janeiro, pude visitar alguns locais que são a plena representação da cultura artística. Belas paisagens arquitetônicas, prédios históricos e muita história para contar. Para ler e ouvir também.
Há lugares, como o Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro, que não cobra taxa de entrada e conta com um acervo de instrumentos musicais antigos, fotos, vídeos e fitas de áudio. Ele tem dois endereços (Rua Visc. De Maranguape, na Lapa e Praça Rui Barbosa, na Praça XV) e fica aberto ao público de Segunda à Sexta, das 11h às 17h.
A Biblioteca Nacional (situada na Cinelândia) é outra estrutura cultural e artística que vale a pena conferir. Sem contar com a Sala Cecília Meirelles – na Lapa- e o Theatro Municipal – próximo a Biblioteca Nacional, na Cinelândia – que, de 4 a 8 de Junho, foram palco de apresentações de artistas de músicas clássicas, que prestaram suas homenagens ao renomado Beethoven. As apresentações faziam parte do “Rio Folle Journée”, um evento trazido ao Brasil por René Martim em parceria com Helena Floresta e contando com o patrocínio de empresas como FURNAS, Bradesco, BNDES, ALSTOM, ODEBRECHT, SIEMENS e também do Governo Federal e do Ministério da Cultura.
Esse projeto tinha como objetivo incentivar a música clássica e torná-la acessível a todas as classes, ao passo que os ingressos variavam entre R$ 1,00 e R$ 5,00.
Tendo em vista todos esses dados, só aumenta em nós a certeza de que é possível fazer programas legais e culturais pagando nada, ou quase nada. Viva o “Chique e Baratinho”!


Circuito Chique e Baratinho

Maio 30, 2008

Por Ana Costa

     Chique é um conceito pessoal e intransferível, cada um tem um próprio a esse respeito, entretanto, estar disposto a avaliar novos e interessantes conceitos passa a ser mais um item, para ampliar o modo chique de ser.
     Reciclar e economizar na atualidade são imprescindíveis, logo, são novos e bons hábitos a serem incorporados, reciclar desde objetos cotidianos até idéias retrógradas, que se mantidas aprisionam e tolhem potencialidades.
     Há palavras que ficam implícitas outras tantas, chique é uma delas, que remete a glamour, a luxo, estética, pois é mesmo toda essa conexão que propomos aqui, é um luxo conhecer lugares intocáveis, preservados pelo homem moderno, é de bom gosto vislumbra a multiplicidade de cores e tons de nossos mares, contemplar como os poetas a estética perfeita do balé dos coqueirais, tal qual musas que dançam para seus versos.
     E quanto custa tudo disso? Quase nada, caso nos predispusermos ao chique se ser despojados, receptivos e inovadores.